quarta-feira, 25 de julho de 2012

6ª Reunião da Coligação "Unidos pro um Itajá Melhor"

A reunião realizada no Cruzeiro hoje(25) em sua 6ª noite que reuniu moradores da localidade, lideranças partidárias, candidatos a vereadores, a Prefeito e vice prefeito.

"Veja as fotos"
















 


SEGUNDO INFORMAÇÕES DO BLOG O ITAJAENSE, NOS PRÓXIMOS DIAS BOMBA PODERÁ EXPLODIR ITAJÁ


Nos próximos dias deverá sair revelações fortes que poderá mudar o cenário político itajaense.

Salve-se quem poder!



Fonte: O Itajense

Potiguares ganham novo portal de notícias: G1 RN está no ar



Ao abrir a página, a sensação é que trata-se ainda de testes, mas aos poucos a página do G1 RN começa a ganhar forma e ares potiguares. Segundo informações, o portal deve entrar definitivamente no ar, dia 17 de agosto e será alimentado por uma equipe de jornalistas de Natal. 

Finalmente, depois de colocar quase todos as unidades da federação  indexadas ao G1, o plim plim  lembrou do RN e o Estado ganha sua página no famoso portal de notícias da Globo. Sem dúvidas, isso trará muito mais visibilidade ao RN, esperamos nós que uma visibilidade positiva, porque negativas já são tantas......

Confira  o tópico do RN no G1, ao que tudo indica em fase de teste

Com informações do V&C Artigos e Notícias e Nova Cruz Oficial

Convocação para lista de espera do Sisu começa hoje



Começa nesta quarta-feira (25) a convocação dos estudantes que ficaram na lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A convocação será feita pelas instituições de ensino e não mais pelo Ministério da Educação.
Os estudantes que não foram classificados nas duas primeiras chamadas do Sisu puderam declarar interesse em participar desta lista. O MEC não informou quantos estudantes estão nesta situação.
O Sisu seleciona alunos para vagas em instituições públicas de ensino superior por meio do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste processo seletivo foram oferecidas 30.548 vagas em 56 instituições de ensino superior, entre federais e estaduais.

Última semana para escolas enviarem informações do Censo Escolar 2012


Os gestores de todas as escolas públicas e privadas do país tem até a próxima segunda-feira (30) para concluir a coleta, digitação e exportação dos dados do Censo Escolar 2012, através do Sistema Educacenso na internet. O resultado preliminar deve ser publicado no Diário Oficial da União até o dia 15 de agosto. Após a publicação, as escolas terão 30 dias para conferência e correção das informações listadas nos relatórios.

O Educacenso pode ser acessado através do site http://educacenso.inep.gov.br/Autenticacao/index. 

O prazo final para a conclusão da primeira etapa se encerra no dia 30 de novembro, quando as instituições de ensino devem ter enviado ao Ministério da Educação os dados resultantes das correções e verificações do censo. Já a segunda etapa acontece de 1º de fevereiro a 25 de março de 2013. Nessa fase, serão coletadas informações mais detalhadas sobre os estudantes declarados na primeira fase.

O Censo Escolar da Educação Básica, que vai da Educação Infantil ao Ensino Médio, é realizado anualmente e apresenta um raio-x da educação brasileira. Todas as escolas, sejam públicas ou privadas, precisam participar. A coleta de dados é feita através do site www.educacenso.inep.gov.br, onde o usuário deve preencher informações detalhadas sobre a escola, alunos, professores, turmas e auxiliares da Educação Infantil.

A secretária de Estado da Educação, Betania Ramalho, faz uma convocação a todos os gestores das escolas do Rio Grande do Norte, para que não deixem de enviar essas informações na data correta. “No caso das escolas públicas, o fornecimento desses dados é ainda mais importante, pois o levantamento serve de base para o repasse de recursos do governo federal.”, ressaltou a professora.

Ela lembra que os dados subsidiam a elaboração e o planejamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do Cálculo da aprovação e reprovação do aluno, do Plano de Ações Articuladas (PAR), do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e da Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE).

Com informações do Portal Nominuto

Entre Aspas: Carreatas/passeatas não ganham eleições


Antes de mais nada, este post não é uma defesa a nenhum partido. Estamos tomando posse de um só assunto: "As carreatas/passeatas nas eleições". Muitos se baseiam pelo número de carros, pessoas que estão em determinada movimentação, reunião, passeata ou carreata ... para determinar quem ganha ou não a eleição. Vamos raciocinar: muitas pessoas não gostam de expressar sua decisão, e muitos ainda nem escolheram em quem votar em Outubro. Sem contar, que jovens menores de 16 anos estão em todos os manifestos. Então, é de atitude admirável não julgar um resultado que só saberemos no dia da votação. Ninguém é obrigado a votar em determinado partido só porque está em seus movimentos.

Coluna Entre Aspas, por: Mário Junior.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Entidades interessadas em participar da divulgação de resultados das Eleições 2012 já podem se cadastrar


TRE/RN Imagem Eleições 2012

Entidades interessadas em participar da divulgação de resultados das Eleições 2012 já podem se cadastrar

Os representantes da imprensa e demais interessados em realizar parceria para divulgação dos resultados
das Eleições 2012 já podem fazer o seu cadastramento para formalização da parceria. A partir deste ano, 
para facilitare agilizar a divulgação dos resultados, não há mais a necessidade de seleção de um provedor 
parceiro, e todos oscadastrados terão acesso às mesmas informações e no mesmo momento. A Justiça 
Eleitoral colocará à disposição da população dois meios para divulgação de resultados: o software Divulga 
e o site DivWeb.

Em 2012, o Tribunal Superior Eleitoral espera cadastrar entre 300 a 400 parceiros. No Rio Grande do Norte,
aentidade interessada em se cadastrar como parceiro na divulgação tem até o dia 8 de agosto de 2012 para 
enviar formulário preenchido com a solicitação para o e-mail inscricaoparceirodiv-rn@tse.jus.br. Para acessar
o formulário, o interessado deve baixá-lo no endereço www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2012/parceria-
divulgacao-resultados-2012. É também por meio deste site que será feita a comunicação entre a Secretaria 
de Tecnologia de Informação do TSE e os parceiros da divulgação.

O formulário deve ser preenchido no próprio computador. Até as eleições gerais de 2010, o formulário era
entregue nos Tribunais Regionais Eleitorais. Este ano, basta enviar por e-mail. Depois da inscrição, o TSE 
fará a convocação dos parceiros para uma reunião técnica, que ocorrerá até o dia 23 de agosto, para 
esclarecer sobre os procedimentos e recursos tecnológicos utilizados na divulgação dos resultados. No 
Divulga 2012, não haverá seleção de parceiro/provedor de informações pelos usuários do aplicativo, já que, 
neste ano, a consulta será realizada diretamente na Justiça Eleitoral por qualquer usuário do sistema.

As entidades cadastradas envolvidas na divulgação oficial dos resultados não poderão promover qualquer
alteração de conteúdo dos dados produzidos pela Justiça Eleitoral. Na divulgação de resultados parciais 
ou totais das eleições, os parceiros também não poderão alterar o preço de seus serviços em razão dos 
dados fornecidos pela JustiçaEleitoral.

Processo de divulgação

Os resultados parciais e finais das votações para os cargos de prefeito e vereador, incluindo os votos
brancos,  os nulos e as abstenções verificadas nas eleições de 2012, em primeiro turno, serão divulgados
a partir das 17h do respectivo Estado a que pertence o município, do dia 7 de outubro, dia da eleição, 
até o dia 10 do mesmo mês.

Onde houver segundo turno, os resultados serão divulgados a partir das 17h do dia 28 de outubro, até o
dia 31. Após esse período, os resultados das eleições poderão ser consultados diretamente na página da 
internet doTribunal Superior Eleitoral.

De acordo com o gerente do projeto no TSE, Alberto Cavalcante, a partir do término em cada dia da eleição,
às 17h, cada urna eletrônica vai produzir um Boletim de Urna (BU). Eletronicamente, os boletins de urna de
todos os municípios vão para os Tribunais Regionais Eleitorais, onde são totalizados de forma parcial ou final 
e, finalmente,são enviados para o TSE, que os divulgará. A divulgação por parte dos Tribunais Regionais 
Eleitorais desses dadosserá decisão tomada por cada um dos 26 tribunais (no Distrito Federal não há eleição 
municipal).

*Com informações da Agência de Notícias da Justiça Eleitoral

Obrigado aos +1.630 visitantes de hoje!

Olha só o Itajá Acontece batendo recorde de audiência entre os blogs do RN :)

A greve nas universidades vai continuar


Já se vai mais de um mês da greve dos trabalhadores técnico-administrativos das universidades, mas, no geral, essa parece ser uma greve invisível, porque, na mídia, quando os jornalistas falam em greve nas universidades, se referem no mais das vezes aos professores. Isso, em verdade, não se configura novidade, pois, desde sempre, a hierarquia nas universidades tende a colocar o trabalho dos técnicos sempre em segundo plano, como se esse contingente de pessoas atuasse apenas numa atividade meio, não fazendo muita diferença no resultado do trabalho educativo.
Há um filme de produção estadunidense que mostra explicitamente como é usual esta relação complicada entre os técnicos e os professores. É o “Quase deuses”, que conta a história da inusitada parceria entre um faxineiro da Universidade Johns Hopkins e um médico professor/pesquisador, que busca descobrir novas técnicas para a cirurgia do coração. O faxineiro Thomas, um homem simples e negro, é exímio inventor de ferramentas que começa a operar corações junto com o professor, conseguindo criar novas técnicas cirúrgicas e ferramentas que fazem a pesquisa avançar e tornam o professor famoso. Há uma cena paradigmática na qual o fotógrafo/jornalista chama todos os dirigentes da universidade para posar para a foto da matéria que anunciará as novidades científicas descobertas ali. O pesquisador vai, todo vaidoso, e vê, ao longe, o faxineiro, que na verdade é o real inventor da técnica. Ele se cala, segue para a foto e não o chama, não anuncia a sua façanha, não o inclui na vitória que, de fato, é do trabalhador.
Esta atitude do professor não é isolada num mundo em que as relações de trabalho impostas pelo sistema de produção de mercadorias, como é o capitalista, são vistas de forma separada. Desde Immanuel Kant que o mundo moderno inaugura a separação radical entre o que seja trabalho manual e trabalho intelectual. E essa visão kantiana é a que domina na sociedade capitalista, o que faz com que na divisão de trabalho do mundo universitário apareça como absolutamente natural que um técnico seja considerado inferior ao docente. No contexto ali desenhado, apenas o docente estaria realmente vinculado à atividade fim proposta pela universidade.

A relação trabalho manual x trabalho intelectual
Pois é justamente essa verdade moderna que o economista Alfred Sohn Rethel procura desconstruir ao apresentar uma teoria materialista do conhecimento em contraposição à visão kantiana. Segundo ele, Marx já havia anunciado que na fase mais elevada da sociedade comunista haveria de desaparecer a subordinação servil dos indivíduos a divisão do trabalho e, com ela, a antítese entre o trabalho intelectual e o trabalho manual. Esta antítese, insiste Marx, existe em todas as sociedades baseadas na divisão de classes e na exploração econômica, sendo, inclusive, um dos ingredientes do fenômeno da alienação no qual se baseia a exploração. Daí não ser nenhuma novidade que esta tensão se explicite na universidade, também um espaço de poder, de divisão do trabalho e de exploração.
Mas, Sohn Rethel também observa que na sociedade capitalista os considerados “trabalhadores intelectuais” não são os máximos beneficiários do sistema e sim os servos do domínio, logo, não deveriam vangloriar-se disso. Para o pensador francês a superação do capitalismo é elemento fundamental para a mudança destas relações, que pode libertar tantos uns como outros. Kant dizia que a divisão entre mãos e mente é uma necessidade transcendental, já Sohn Rethel afirma que ela é apenas fruto da sociedade produtora de mercadoria. Assim, os antagonismos de classe que engendra a produção de mercadorias na sociedade burguesa – e a produção de conhecimento está entre elas – está intimamente ligada as formas de divisão entre mente e mão.
Sohn Rethel discute o tema do ponto de vista formal, assim como Kant, mas numa outra perspectiva. Ele mostra como num ato cotidiano de compra e venda de uma mercadoria existe um momento x em que tanto quem compra como quem vende está envolvido em uma abstração (um ato intelectual). É o momento em que se efetua o intercâmbio propriamente dito, este espaço de tempo em que alguém busca algo para seu uso e outro estabelece um valor de troca, fazendo-se assim a transação. Assim, a abstração não é uma coisa exclusiva da mente – como queria Kant – mas aparece no dia a dia da vida real, tem origem nos atos concretos. Sohn Rethel insiste que assim como os conceitos de ciência natural são abstrações-pensamentos, o conceito econômico do valor é uma abstração real. É certo que ele existe só no pensamento, mas não brota dele. Sua natureza é social. Não são os homens que produzem estas abstrações e sim as suas ações, o que fecha com o conceito de que é o ser social que determina a consciência.
Assim, se para Kant estava certo que existia uma separação radical entre mente e mão, e Hegel conferia ao Espírito a primazia e o domínio sobre o manual, Marx desorganiza tudo isso relacionando com o tempo, compreendendo que isso muda na história. Logo, não há como determinar antecipadamente as formas do manual e do intelectual. Por isso que a sociedade sem classes proposta por Marx só pode existir se houver uma unidade concreta entre o trabalho manual e o intelectual, sem a primazia de um sobre o outro, que é o que, em última instância provoca toda essa lógica de dominação tão bem engendrada dentro da universidade, assim como em qualquer outro setor do mundo capitalista.
Assim, aceitando-se as teses de Sohn Rethel e de Karl Marx, todo esse processo de dominação, servidão, opressão e inferiorização do outro que é o caldo cultural vivido na universidade só poderá ser superado quando os trabalhadores compreenderem a ideologia que está embutida na divisão do trabalho e a superarem. Para isso, os técnicos-adminsitrativos, que hoje são os que estão submetidos a essa opressão, devem enfrentar o debate intelectual com mais preparo, compreendendo que para mudar esse estado de coisas há que mudar também a forma de organizar a vida. Não só na universidade, mas na sociedade. Isso é um pouco o que se faz na greve, mas, no cotidiano da vida, quando tudo volta ao normal, isso volta a se perder.

A luta de sempre
O certo é que tanto os técnicos – desde aquele que abre a porta para o aluno entrar até o pós-doutor que dirige pesquisa – como os professores constroem o saber dentro da universidade. Muitas vezes, não tanto como deveria, mas o fazem juntos, seja nos erros como nos acertos. Daí que falar em greve na universidade é perceber essas duas pernas da estrutura.
O governo federal, da forma como age em relação aos movimentos, só faz fortalecer a ideia de divisão e inferioridade. Apesar de manter uma atitude dura na negociação com os trabalhadores, tem recebido os professores e até já apresentou uma proposta – ruim, é verdade. Mas, para os técnicos, o que há é o silêncio. Para manter a aura de “companheiros” alguns dirigentes chamam a Fasubra (Federação dos Sindicatos das Universidades Brasileiras) para conversar. Mas é só conversa mesmo. Nada de negociação. Quem manda é o Planejamento e a ministra já falou no bom som do colonialismo mental: “Não podemos ir à contramão da Europa que hoje está cortando salários”. Ou seja, completamente perdida da realidade mundial, ela apenas quer copiar a Europa, sem se importar se a conjuntura de lá é muito diferente daqui. Nos países centrais a crise está rugindo. Aqui ela ainda não chegou com força. O Brasil está em ascendência econômica, crescendo cada dia mais. Dinheiro não é coisa que falta. No orçamento brasileiro, segundo dados do próprio governo, 54,9% está sendo direcionado para pagamento e amortização da dívida pública, enquanto que para o pagamento de trabalhadores públicos são utilizados parcos 9,85%. Ora, os números são luminosos. Toda a prioridade para banqueiros. Ao povo, as batatas.
Na última semana os trabalhadores públicos foram à Brasília e fizeram um acampamento. Muita mobilização, barulho e incomodação para o governo. Até o Ministério do Planejamento foi ocupado, causando tensão. Mas, ainda não foi o suficiente para fazer cócegas na ministra europeizada. Talvez ela esteja esperando para ver quais as próximas ações da primeira ministra de ferro da Alemanha, para então decidir como copiá-la.
Enquanto isso, o semestre letivo que deveria iniciar agora no fim de julho já começa a ter problemas. Não há como fazer matrícula, tudo está parado. Esta tem sido uma mobilização muito significativa de professores e técnicos. Mas, ao que parece o governo federal está se lixando para a educação dos jovens brasileiros. Qualidade, criação intelectual, pensamento crítico, é coisa que só atrapalha governos tíbios, daí que quanto menos gente capaz de pensar, melhor. Não é sem razão que as greves nas universidades se arrastam por meses. Não é como uma greve nos transportes que em dois ou três dias se resolve. A educação não é produtiva.
O governo é pródigo em divulgar números utilizados para pagamento de trabalhadores, falam em alguns bilhões (de 6 a 9) e mostram tabelas que aos olhos das gentes que assistem à televisão soam como absurdas. “Dinheiro demais para os servidores públicos”. Mas a mesma mídia e o mesmo governo não mostram os números e as tabelas dos valores que enviam para os bancos, mais de 500 bilhões todo o ano.
E assim vão os trabalhadores na árdua luta contra o capital. Pois o patrão estatal é apenas formal. O embate que se trava numa greve da educação é o velho embate contra o capital, pois é com ele que se disputam as verbas. Enquanto o governo continuar optando por servir ao “diabo” (a dívida), o atendimento ao povo através dos serviços públicos continuará ruim e isso não pode ser imputado a uma massa de trabalhadores que desde os terríveis anos de FHC vem amargando arrocho salarial e falta de perspectivas na carreira. Cada vez mais os governos, desde FHC, Lula e agora Dilma, vêm atuando na lógica de definir algumas carreiras estratégicas no serviço público e essas não tem a ver com educação, saúde, previdência ou outras que digam respeito imediato à população. Não. As carreiras estratégicas são as do judiciário e da receita federal, espaços estratégicos de recolhimento de dinheiro e de respaldo jurídico.
E é por causa disso que a luta deve continuar!


Elaine Tavares
BrasildeFato.com.br
Elaine Tavares é jornalista.

Popó Porcino é encontrado no cativeiro em Pitangui



O jovem Popó Porcino foi libertado no final da manhã de hoje (24) em Natal.
De acordo com informações  por volta das 11h40 a polícia chegou ao cativeiro na Praia de Pitangui. Apenas um sequestrador se encontrava com o jovem. Ele terminou reagindo à ação policial e foi morto.
Os outros três sequestradores foram presos em Ceará-Mirim.
Do blog do BG